
O ano de 2024 foi marcado por desastres naturais extremos, com perdas globais de US$ 320 bilhões, dos quais US$ 140 bilhões foram segurados. O aquecimento global, com temperaturas médias 1,5°C acima do período pré-industrial, intensificou furacões, tempestades severas e inundações, responsáveis por 93% das perdas totais. Entre os eventos mais devastadores, destacaram-se furacões nos EUA e enchentes na Europa, enquanto na Ásia e África os danos também foram significativos.
As mudanças climáticas estão demonstrando sua gravidade: o mundo está se aquecendo, levando a furacões severos, tempestades e enchentes.
- Desastres Naturais em 2024:
Em 2024, as catástrofes naturais causaram perdas globais de US$ 320 bilhões, sendo US$ 140 bilhões cobertos por seguros, o terceiro ano mais caro para seguradoras desde 1980. - Impactos no Brasil:
No Brasil, chuvas extremas em abril e maio provocaram graves enchentes no estado do Rio Grande do Sul, afetando quase toda a região. Foi uma das piores enchentes em décadas no país, com danos estimados em US$ 7 bilhões, dos quais US$ 2 bilhões foram segurados. O estudo concluiu que eventos como este estão se tornando duas vezes mais frequentes devido às mudanças climáticas. - Contexto Global:
Nos EUA, furacões como Helene e Milton causaram perdas significativas, enquanto na Ásia, o tufão Yagi deixou centenas de mortos. Na Europa, enchentes devastaram a região de Valência, na Espanha.
A crescente intensidade das catástrofes naturais, como evidenciado pelas enchentes no Brasil, sublinha a necessidade urgente de maior resiliência climática e proteção por seguros.
Fonte: MunichRe



