
Não é novidade que desastres naturais estão acontecendo com mais frequência no Brasil. O último episódio aconteceu no Litoral Norte de São Paulo em pleno feriado de carnaval, deixando 64 mortos, 2.251 desalojados e 1.815 desabrigados, de acordo com informações divulgadas pela Defesa Civil e o Corpo de Bombeiros.
Em momentos difíceis, o seguro residencial pode ser um aliado na preservação do patrimônio. O produto oferece, em sua cobertura básica, proteção contra incêndio, queda de raio e explosão. Entretanto, segundo dados da FenaSeg (Federação Nacional das Empresas de Seguros), apenas 15% das residências brasileiras que contam com um seguro contrataram a cobertura contra enchentes em suas apólices.
Em períodos de fortes chuvas, vemos, com certa frequência, episódios de enchentes, deslizamentos e panes elétricas, principalmente nas regiões Sul e Sudeste. Uma proteção para a residência é fundamental para prevenir acidentes e garantir a segurança do lar e dos moradores. No entanto, a severidade de uma inundação causa, muitas vezes, prejuízos imensuráveis. O gasto com recuperação ou limpeza de um imóvel destruído é alto para quem não tem seguro. Uma apólice pode custar, em média, apenas 0,1% ou 0,2% do valor do imóvel.
Um dos desafios do mercado de seguros é destacar o valor intangível da proteção e segurança, conscientizando a população sobre a importância de contar com apólices que atendam as necessidades de cada pessoa. Assegurar o patrimônio é uma atitude simples e que pode evitar dores de cabeça, além de proporcionar conveniências no dia a dia, como os serviços para as residências. Mostrar essa relação custo-benefício, de acordo com o perfil de cada cliente.



